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Potências de dez
Vê, Faz, Aprende! - 1ª parte
 
Vê e faz Há 42 imagens na memória do computador que vão do inconcebivelmente grande ao incrivelmente pequeno. Podes ver de perto o núcleo de um átomo ou colocar-te para lá da Via Láctea. O que acontece A imagem de referência (cerca de um metro quadrado) és tu, manipulando o módulo. Cada uma das imagens que lhe sucede, foi ampliada dez vezes em relação à anterior. Quando queres aproximar-te, passas por 16 imagens que atravessam a pele da mão, entram num glóbulo branco, penetram o seu ADN, para por fim se deter no núcleo de um átomo de carbono. Quando preferes distanciar-te, percorres 25 imagens em direcção ao espaço. O centro da imagem é sempre o mesmo: o núcleo de um determinado átomo de carbono num glóbulo branco de uma mão no planeta Terra. Na sua grande maioria, as imagens são reais, recolhidas por instrumentos que vão de microscópios de electrões a enormes telescópios astronómicos. As imagens que não são recolhidas por eles são fotografias de maquetas (no caso das moléculas, átomos e coisas mais pequenas) ou fotografias astronómicas plausíveis, onde a Terra não está no centro da imagem, mas é como se estivesse. As estruturas básicas mostradas nas imagens são: i. os elementos básicos de construção da matéria chamados “quarks”. ii. o núcleo de um átomo de carbono (6 protões e 6 neutrões). iii. o próprio átomo (não são mostradas as órbitas dos electrões). iv. as moléculas (grupos de átomos) de ADN - a matéria que transmite o código genético no núcleo das nossas células. v. o núcleo de um linfócito (glóbulo branco). vi. o linfócito. vii. a pele (com os respectivos poros). viii. a mão. ix. o corpo. x. o TECHNIQUEST. xi. o País de Gales. xii. a Grã Bretanha xiii. a Terra. xiv. o Sistema Solar. xv. a constelação local. xvi. a Via Láctea (a nossa galáxia). xvii o grupo local de galáxias. O programa de computador passa de uma imagem para a outra. Cada vez que carregas num botão, desaparece a imagem que lá estava e aparece uma imagem nova no centro do ecrã. A propósito... O título “Potências de Dez” refere-se à escala das sucessivas imagens. A imagem básica no ecrã apanha uma área de 1 metro. Quando te afastas, a próxima apanha 10 metros, a seguinte 100, a seguinte 1000 e assim sucessivamente. O número pequeno ao lado do 10, que te indica qual é o índice de multiplicação, chama-se potência de 10. Quando te aproximas, a potência de 10 tem um valor negativo. A imagem mais pequena tem a largura de 10-16 metros (1/ 10 000 000 000 000 000 do metro). A sequência de imagens é baseada num filme “Potências de Dez” produzido por Eames na década de 60 e num livro escrito por Morrison em 1982. Tanto na escala muito pequena como na muito grande, há basicamente muito espaço vazio. A escala dos electrões e do núcleo num átomo assemelha-se à escala do sol e dos planetas no sistema solar. A distância entre estrelas numa galáxia é comparativamente vasta em relação ao diâmetro das estrelas. Se quisermos ser rigorosos, há imensa matéria entre as estrelas, mas a sua densidade é tremendamente baixa: cerca de um átomo por centímetro cúbico. O vácuo mais perfeito obtido na Terra é 100 milhões de vezes mais denso que isso!
 
 

 
 

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